Apreciação crítica do filme “ A
vida é bela”
No âmbito das atividades que nos foram propostas no clube de leitura,
visualizámos o filme “ A vida é bela “ realizado por Roberto Benigni .
Em Itália, durante a
Segunda Guerra Mundial, Guido, um judeu, é mandado para um campo de
concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Giosuè. Guido é um homem
simples, inteligente, espirituoso e possui um grande humor. Por ser um pai
amoroso, consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão a participar
num jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos. Quando os
nazis perderam a guerra, trataram logo de evacuar o quartel e aniquilar todos
os judeus. Guido tratou de esconder Giosuè numa portilha de gás e mentiu-lhe
dizendo-lhe que andavam todos à sua procura no jogo do esconde-esconde. De
seguida tratou de avisar Dora que a iam matar. Os guardas viram Guido a sair do
pé dos camiões, correndo em direcção a uma janela, para a qual trepou. O
holofote do campo incidiu no cobertor que o disfarçava de mulher. Nesse momento,
ele atirou-se da janela e um soldado foi atrás dele e apanhou-o. Guido piscou o
olho a Giosuè e começou a marchar como um soldado para não preocupar o filho. O
nazi levou-o até um canto remoto e fuzilou-o. Na manhã seguinte, Giosuè saiu da
portilha de gás e ouviu o som de um tanque; eram os Aliados que se aproximavam
para libertar os judeus. Um inglês perguntou a Giosuè se estava tudo bem mas
ele não percebeu. Então Giosué eufórico, subiu para o tanque, tendo encontrado
a sua mãe mais à frente

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